TERRAS POTIGUARES NEWS

terça-feira, 25 de setembro de 2012

GOVERNADORA PARTCIPA DA INAUGURAÇÃO DA MINA BONFIM


(24),24-09-2O12 - A  governadora Rosalba Ciarlini cumpriu agenda administrativa em Lajes - região Central do Rio Grande do Norte -, onde participou da inauguração da Mina Bonfim, da Mineradora Nosso Senhor do Bonfim, que reabriu o empreendimento devido ao reaquecimento nacional da scheelita - mineral explorado pela empresa no local. "Esse estado é rico, mas essa riqueza não estava chegando ao seu povo. Sabendo do potencial que temos, precisamos agregar valor, atrair o investidor e gerar emprego para os trabalhadores do Rio Grande do Norte", disse a Governadora.
Ainda durante a solenidade, foi assinado um Protocolo de Intenções entre o Governo do Estado e a Mineradora Nosso Senhor do Bonfim com o objetivo de desenvolver estudos de viabilidade para implantação de um pólo metalúrgico em Lajes. "Nós somos mineradores e acreditamos muito na vocação mineral do RN, por isso estamos investindo nessa perspectiva", ressaltou o presidente da empresa, Luiz Antonio Vessani. Segundo ele, a proposição desse protocolo visa, ainda, agregar valor à produção de scheelita com a exploração de tungstênio do Rio Grande do Norte
FONTE: GIRO PELO ESTADO

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

MINA BREJUI - CURRAIS NOVOS




Mina Brejuí, Currais Novos, Rio Grande do Norte.

A Mina Brejuí está localizada no município de Currais Novos, em região de clima Semi-Árido, com dias quentes e noites agradáveis. Considerada a maior mina de Scheelita da América do Sul, a Mina Brejuí iniciou a exploração de suas atividades em 1943, data da descoberta do minério em nosso município. Somente em 1954, a Mina Brejuí foi constituída empresa com o nome de Mineração Tomaz Salustino S/A, sendo concessionário o Desembargador Tomaz Salustino Gomes de Melo.A

A mineração em Currais Novos teve o seu apogeu em plena Segunda Guerra Mundial, fornecendo toneladas de minérios às indústrias do aço. Durante esse período, o progresso da sociedade se fez notar através da construção do Tungstênio Hotel, cinema, posto de puericultura, emissora de rádio, estádio de futebol, campo de pouso, colégios, hospital e casa do idoso.

A partir dos anos 80, do século XX, inicia-se o declínio da mineração em consequência da oscilação dos preços internacionais da Scheelita e da utilização de outros minérios para a fabricação de artefatos industriais e tecnológicos, levando a Mina Brejuí a reduzir suas atividades de extração mineral e buscar novas alternativas econômicas.

Atualmente, as minerações do município de Currais Novos estão voltando às suas atividades minerais paralisadas, parcialmente, desde o final da década de 90. Já são mais de 300 empregos gerados até o momento.

Além da volta das atividades minerais, a Mina Brejuí tornou-se nos últimos anos o maior parque temático do Rio Grande do Norte, sendo visitada diariamente por turistas e estudantes vindos de toda parte do Brasil e do Exterior. Mais de 20 mil turistas nos últimos anos
SITE: MINERAÇÃO TOMAZ SALUSTIANO S.A - http://www.minabrejui.com.br/historia.html

quarta-feira, 27 de maio de 2009

ATIVIDADES MINEIRAS

O território potiguar se destaca a nível nacional pela sua expressiva e diversificada produção mineral. O Estado é o maior produtor nacional de sal, diatomita, scheelita, petróleo em terra e ainda apresenta posição de destaque na produção do feldspato, caulim, tantalita, columbita e pedras preciosas, entre outras.
No período compreendido entre os anos de 1942 e 1954, a scheelita foi largamente produzida através de trabalhos garimpeiros e somente a partir de 1954 teve-se implantada, no Município de Currais Novos, a extração subterrânea de scheelita, de forma organizada e sistemática, registrando-se as instalações da Mina Brejuí, primeira Mina de scheelita do Rio Grande do Norte (Diniz, 1992).
Atualmente, face à grande crise enfrentada pelo setor, de todas as minas de scheelita existentes no Estado, apenas uma se encontra em atividade, a Mina Bodó, no município homônimo.
Entretanto, as áreas com ocorrências de atividades mineiras (ativas ou desativadas) apresentam, além das obras, equipamentos e processos característicos, a presença de túneis, galerias, inclinados e shafts, os quais despertam: curiosidade, desejo de obter o conhecimento e a experiência ímpar de conhecer, "in locu", os labirintos de um "mundo subterrâneo".
A visitação turística a trabalhos mineiros subterrâneos em minas paralisadas é uma prática já usada em muitas partes do mundo, e o Rio Grande do Norte possui boas potencialidades de desenvolvimento nesta área do turismo. Segundo o interesse da clientela turística, o Rio Grande do Norte oferece possibilidades que variam desde a visitação de áreas com exploração garimpeira de pedras preciosas (como exemplos, os municípios de Tenente Ananias, Parelhas e Equador), à visitação de minas subterrâneas (como exemplos, as minas de scheelita existentes no município de Currais Novos) (Fig. 12).
As Minas Brejuí, Barra Verde e Boca de Laje, localizadas no município de Currais Novos apresentam condições para visitação turísticas, uma vez que estão localizadas em uma região de fácil acesso, estrutura rodoviária, presença de hotéis e pousadas, restaurantes etc. Atualmente, a Mina Brejuí recebe pequenos grupos de turistas, onde uma galeria foi preparada para visitação (Fig. 12) e foi montado o "Memorial Tomaz Salustino", que conta toda a história dessa mineração.

A Mina Brejuí está localizada na região do Seridó, no município de Currais Novos/RN, com uma altitude média de 300 metros acima do nível do mar. A região possui clima semi-árido quente e temperaturas médias de 28º C, podendo atingir temperaturas acima dos 50ºC na superfície do solo nos meses mais quentes. Possui uma pluviosidade média em torno de 650mm/ano.

Considerada a maior mina de Scheelita da América do Sul, a Mina Brejuí iniciou a exploração de suas atividades em 1943, data da descoberta do minério. Somente em 1954, foi constituída a Empresa com o nome de Mineração Tomaz Salustino S.A., sendo um dos concessionários o Desembargador Tomaz Salustino Gomes de Melo.

A atividade mineradora na Mina Brejuí teve seu apogeu em plena Segunda Guerra Mundial, fornecendo toneladas de minérios à indústria do aço. Durante esse período, o progresso da sociedade se fez notar através da construção do Tungstênio Hotel, Cinema, Posto de Puericultura, Emissora de Rádio, Estádio de Futebol, Campo de Pouso, Escolas, Hospital, Igreja e Casa do Idoso, dentre várias outras obras e melhorias implementadas nesse período.

A partir dos anos 80 do século XX, inicia-se o declínio da mineração em consequência da oscilação dos preços internacionais da scheelita, decorrente, principalmente, da entrada da China, grande produtora no mercado mundial, levando a Mina Brejuí a reduzir suas atividades de extração mineral e buscar novas alternativas econômicas, somente tendo encerrado a extração da scheelita no ano de 1997.

O petróleo (do latim petroleum, petrus, pedra e oleum, óleo, do Grego πετρέλαιον (petrelaion) óleo da pedra, do grego antigo πέτρα (petra), pedra + έλαιον (elaion) óleo de oliva, qualquer substância oleosa.), no sentido de óleo bruto, é uma substância oleosa, inflamável, geralmente menos densa que a água, com cheiro característico e coloração que pode variar desde o incolor ou castanho claro até o preto, passando por verde e marrom (castanho).

Combinação complexa de hidrocarbonetos. Composta na sua maioria de hidrocarbonetos alifáticos, alicíclicos e aromáticos. Também pode conter quantidades pequenas de nitrogênio (N), oxigênio (O), compostos de enxofre(S) e íons metálicos, principalmente de níquel (Ni) e vanádio (V). Esta categoria inclui petróleos leves, médios e pesados, assim como os óleos extraídos de areias impregnadas de alcatrão. Materiais hidrocarbonatados que requerem grandes alterações químicas para a sua recuperação ou conversão em matérias-primas para a refinação do petróleo tais como óleos de xisto crus, óleos de xisto enriquecidos e combustíveis líquidos de hulha não se incluem nesta definição.

O petróleo é um recurso natural abundante, porém sua pesquisa envolve elevados custos e complexidade de estudos. É também atualmente a principal fonte de energia. Serve como base para fabricação dos mais variados produtos, dentre os quais destacam-se: benzinas óleo diesel, gasolina, alcatrão, polímeros plásticos e até mesmo medicamentos. Já provocou muitas guerras, e é a principal fonte de renda de muitos países, sobretudo no Oriente Médio.

Além de gerar a gasolina que serve de combustível para grande parte dos automóveis que circulam no mundo, vários produtos são derivados do petróleo como, por exemplo, a parafina, gás natural, GLP, produtos asfálticos, nafta petroquímica, querosene, solventes, óleos combustíveis, óleos lubrificantes, óleo diesel e combustível de aviação.

O gás natural é uma mistura de hidrocarbonetos leves encontrada no subsolo, na qual o metano tem uma participação superior a 70 % em volume. A composição do gás natural pode variar bastante dependendo de fatores relativos ao campo em que o gás é produzido, processo de produção, condicionamento, processamento, e transporte.

O gás natural é encontrado no subsolo, por acumulações em rochas porosas, isoladas do exterior por rochas impermeáveis, associadas ou não a depósitos petrolíferos. É o resultado da degradação da matéria orgânica de forma anaeróbica oriunda de quantidades extraordinárias de microorganismos que, em eras pré-históricas, se acumulavam nas águas litorâneas dos mares da época. Essa matéria orgânica foi soterrada a grandes profundidades e, por isto, sua degradação se deu fora do contato com o ar, a grandes temperaturas e sob fortes pressões.

O sal marinho, obtido por evaporação da água do mar, é um sal usado como ingrediente na cozinha e em produtos cosméticos, entre outros. O seu conteúdo mineral dá-lhe um sabor diferente do do sal de mesa, que é principalmente cloreto de sódio purificado a partir do sal marinho ou obtido de sal rochoso (halite), um mineral obtido por mineração de minas de sal O sal de mesa também contém por vezes aditivos, tais como iodetos (usados como suplemento alimentar) e vários agentes antiaglomerantes. Alguns pensam que o sal marinho é uma alternativa mais saudável ao sal de mesa. Várias zonas do mundo, incluindo a França, a Irlanda, e a área de Cape Cod (EUA), produzem sal marinho especializado. O sal marinho produzido no Havai pode ter uma cor específica, vermelha acastanhada, que lhe vem do solo vulcânico, rico em ferro, que está presente como impureza. Um dos usos comuns de sal marinho é a confecção de batatas fritas de alta qualidade. Na maior parte do mundo, o sal marinho é mais caro que o sal de mesa. Entretanto, no Brasil, em função da escala de produção, é o tipo mais comum e barato.

Em vários países, incluindo a China e a Índia, o sal marinho era a única fonte de sal. A regulação do comércio de sal marinho era altamente lucrativa para os governos. Cerca de 110 a.C., o Imperador Han Wu Di da China iniciou o monopólio do comércio de sal no país, transformando a "pirataria de sal" num crime sujeito à pena de morte. Em 1930, o governo colonial britânico da Índia impôs um imposto sobre o sal, que levou á famosa marcha do sal entre 12 de Março e 5 de Abril, quando Mohandas Gandhi liderou milhares de pessoas até ao mar a fim de recolher o seu próprio sal e não pagar o imposto.

Uma salina é uma área de produção de sal marinho pela evaporação da água do mar ou de lago de água salgada. O sal marinho formado na salina é uma rocha sedimentar química que tem origem na precipitação da água do mar, quando esta sofre evaporação

No Brasil, as principais salinas localizam-se no Rio Grande do Norte. Uma das principais salinas do Rio Grande do Norte encontra-se em Galinhos-RN. Salina Diamante Branco

Uma salina é uma área de produção de sal marinho pela evaporação da água do mar ou de lago de água salgada. O sal marinho formado na salina é uma rocha sedimentar química que tem origem na precipitação da água do mar, quando esta sofre evaporação.

No Brasil as principais salinas localizam-se no Rio Grande do Norte. Uma das principais salinas do Rio Grande do Norte encontra-se em Galinhos-RN. Salina Diamante Branco

terça-feira, 12 de maio de 2009

ÁGUA MARINHA


Nome: Água-Marinha
Variedade do berilo
Características Geológicas:
Dureza: 7,5 - 8 Mohs
Composição Química: silicato de alumínio e berílio (Be3Al2(SiO3)6)
Cor: verde-azul e azul claro
Locais onde é encontrada: Elba (Itália), Mourne Mountains (Irlanda do norte), Mursinsk, Takovaja River, Shaitansk Hills, Adun-Tchilone Baikal (Rússia),Rossing e KI. Spitzkopje (Namíbia), Marambaia Minas Gerais, Rio Grande do Norte (Brasil), (Madagascar), (Zimbábue), (Tanzânia), (Quênia), (Sri Lanka), (Índia), (Mianmar), Califórnia,Colorado,Connecticut e Maine (USA),(Austrália), (Paquistão), (Afeganistão)
Aquamarine ou Água-marinha é uma gema da família do berilo azul, relativamente próxima à esmeralda. As aquamarines podem ser encontradas nos Estados Unidos no Colorado. No Brasil, existem minas nos Estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Rondônia (sendo este pouco explorado nesta região) e Rio Grande do Norte onde são encontradas as melhores do país, PRINCIPALMENTE, NO MUNICÍPIO DE TENENTE ANANIAS, NA TROMBA DO ELEFANTE, NA REGIÃO OESTE. A Rainha da Inglaterra possui várias gemas que lhe foram dadas de presente quando ela esteve no Brasil.
As maiores aquamarines mineradas sempre foram encontradas na cidade de Marambaia, Minas Gerais. A mais pesada tinha 110 kg, e suas dimensões eram de 48,5 cm de comprimento e 42 cm de diâmetro. E tem fractura desigual e clivagem imperfeita! A sua cor varia desde o azul claro ao azul esverdeado ou até mesmo de tons escuros. São raros os exemplares com um azul intenso e sem tons esverdeados, a maioria das águas-marinhas com um azul perfeito foram sujeitas a tratamentos especiais, o principal é o aquecimento da gema. Este tratamento elimina os tons esverdeados fazendo com que a gema fique com um aspecto mais impressionante. Contudo nem sempre as pessoas preferiram assim, algumas pessoas preferem os tons naturais por ser mais parecido com o azul do mar.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

OURO BRASILEIRO



O século do ouro
Os Setecentos


A descoberta das lavras de ouro nas Minas Gerais, nos finais do século XVII e início do século XVIII, seguidas dos achados em Jacobina e no Rio das Contas na Bahia, nos de Forquilha e Sutil no Mato Grosso, e o que se extraiu no sertão de Guaiás em Goiás, foi o acontecimento mais espetacular da história econômica do Brasil colônia enquanto provocou enorme repercussão, tanto para a própria metrópole como para boa parte do mundo. Desde os primórdios da colonização, acreditava-se que o Brasil tinha ouro e outros metais e pedras preciosas. Só que, passados já dois séculos de ocupação, não haviam sido encontrados em volume significativo.Lentamente, como vimos, a economia colonial abandonou sua predominância extrativista e coletora dos primeiros tempos, do tráfico com pau-brasil e das drogas do sertão, para uma exploração mais racional e estável, graças à implantação dos engenhos de açúcar e das lavouras de tabaco que se espalharam por todo o litoral do Nordeste.População: nossa população, ao redor do final do século XVII, era estimada em uns 300 mil povoadores (calcula-se que havia ainda 1.500.000 de índios), grande parte deles concentrados no Nordeste. Outro pequeno núcleo populacional encontrava-se no Planalto de Piratininga, na atual São Paulo, formado pelos bandeirantes. Tipos mamelucos que se dedicavam a prear índios pelo sertão afora, indo inclusive atacar as missões guaranis, organizadas pelos jesuítas desde os séculos 16 e 17, no Paraguai e no atual Estado do Rio Grande do Sul.Foi nesse quadro, de limitado progresso econômico (os portugueses começavam a enfrentar a concorrência da produção colonial dos holandeses, franceses e ingleses, que implantaram engenhos açucareiros nas Antilhas ), que a Coroa determinou a pressionar seus funcionários e demais habitantes no sentido de estimula-los, particularmente os paulistas, a que desbravassem o sertão em busca do precioso ouro.

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